Mostrar mensagens com a etiqueta Ken Follett. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ken Follett. Mostrar todas as mensagens

setembro 09, 2020

World Without End - Ken Follett

Título original: World Without End
Ano da edição original: 2007
Autor: Ken Follett
Editora: Penguin Putnam Inc.

“#1 New York Times Bestseller In 1989, Ken Follett astonished the literary world with The Pillars of the Earth, a sweeping epic novel set in twelfth-century England centered on the building of a cathedral and many of the hundreds of lives it affected. Critics were overwhelmed--"it will hold you, fascinate you, surround you" (Chicago Tribune)--and readers everywhere hoped for a sequel. Look out for the prequel to the Kingsbridge series, The Evening and the Morning, coming from Viking in September 2020.
World Without End takes place in the same town of Kingsbridge, two centuries after the townspeople finished building the exquisite Gothic cathedral that was at the heart of The Pillars of the Earth. The cathedral and the priory are again at the center of a web of love and hate, greed and pride, ambition and revenge, but this sequel stands on its own. This time the men and women of an extraordinary cast of characters find themselves at a crossroads of new ideas--about medicine, commerce, architecture, and justice. In a world where proponents of the old ways fiercely battle those with progressive minds, the intrigue and tension quickly reach a boiling point against the devastating backdrop of the greatest natural disaster ever to strike the human race--the Black Death. Three years in the writing and nearly eighteen years since its predecessor, World Without End breathes new life into the epic historical novel and once again shows that Ken Follett is a masterful author writing at the top of his craft.”

Em World Without End, Ken Follett leva-nos de volta a Kingsbridge, no século XIV, cerca de dois séculos depois da construção da catedral que deu o mote ao The Pillars of the Earth e, a receita que Ken Follett aplica é, basicamente a mesma.
Temos a Igreja, o Rei e toda a nobreza que o rodeia, temos os comerciantes e artesãos e, no fim da cadeia, o bom do povo.

Na Igreja, de uma forma geral, todos muito voltados para si mesmos. Preocupados essencialmente em manter ou aumentar o poder que detêm. Neste livro há uma clara distinção entre a Igreja governada pelos homens e pelas mulheres, na figura do convento que coabita com o priorado de Kingsbridge e na gestão partilhada que fazem do único Hospital da região. Mais uma vez as personagens mais odiosas, com exceção de uma, pertencem à Igreja.

Do lado do Rei e de toda a estrutura que depende dele, temos um misto de senhorios que apenas estão preocupados em ganhar o máximo possível às custas dos outros, e senhores que, à luz dos costumes da época, vêem vantagens em melhorar a vida dos trabalhadores. Continua sempre a ser uma questão de dinheiro e poder, quer seja na atribuição de terras a determinado homem, na decisão de se declarar e alimentar uma guerra com outro país, ou até mesmo no julgamento de um crime. Há uma certa tolerância que é diretamente proporcional à quantidade de impostos e taxas que são entregues à coroa.

Os comerciantes e artesãos, naturalmente preocupados em ganhar dinheiro e estatuto, mas com a consciência de que, para prosperarem, necessitam de ajudar a cidade de Kingsbridge a crescer e tornar-se um polo comercial importante na zona. Não receiam investir para recolher os frutos mais tarde.

O povo, é o povo. Gente que trabalha por um punhado de moedas, muitas vezes apenas por um prato de comida que permita alimentar os filhos naquele dia. Os que trabalham no campo, estão presos a senhorios, que são mais seus proprietários do que empregadores. Sem oportunidades de subir na escala social, sem força anímica para lutarem por melhores condições.

Não sou fã da escrita de Ken Follett, já o disse antes e, infelizmente a minha opinião mantém-se. No entanto, gosto bastante destas suas histórias da época medieval, como a que encontramos no The Pillars of the Earth. Mais do que gostar do enredo, ou das personagens, gosto da forma como vamos aprendendo sobre a vida naqueles tempos. World Without End não foi uma desilusão a esse nível. 
Porque parte da história atravessa os anos difíceis da peste negra na Europa, cheguei a essa parte da história, por coincidência, na altura em que começamos todos a ficar confinados em casa, por causa da pandemia, algo que, nenhum de nós alguma vez pensou atravessar nas nossas vidas. 
Foi interessante ler sobre isso e, encontrar algumas semelhanças com o que começávamos a descobrir sobre a COVID-19 e a falta de conhecimento que existia sobre a peste negra. Todos os cuidados que hoje em dia sabemos serem básicos na prevenção da transmissão de doenças e que na altura ninguém tinha forma de saber. O cepticismo da Igreja em aceitar que a religião não tem resposta para tudo e que a ciência não é a inimiga. O papel das mulheres, como cuidadoras, dos doentes e dos enfermos, mas muito pouco toleradas como reformadoras, ou como capacitadas para mais do que cuidar dos outros. A vontade de serem mais, de aprender, acabava sempre por passar pelo convento, onde curiosamente as mulheres tinham a possibilidade de serem mais livres. Todas as outras, se tivessem sorte com o casamento, talvez conseguissem ter uma voz mais ativa na comunidade.

Ken Follett parece-me um daqueles escritores incontornáveis. Não é, para mim, um escritor que me encha as medidas, mas é um escritor ao qual acabo por voltar, essencialmente porque gosto muito das suas histórias e, por vezes, isso basta. :) 

Recomendo!

Boas leituras! 

Excerto (pág. 670):
"A voice in the crowd asked the question that was on everyone´s mind. "Are we all going to die, Brother Joseph?"
Joseph was the most popular of the monk-physicians. Now close to  sixty years old and with no teeth, he was intellectual but had a warm bedside manner. Now he said: "We´re all going to die, friend, bu none of us knows when. That´s why we must always be prepared to meet God."
Betty Baxter spoke up, ever the probing questioner. "What can we do about the plague?" She said. "It is the plague, isnt it?"
"The best protection is prayer," Joseph said. "And, in case God has decided to take you regardless, come to church and confess your sins." (...)
Betty was not easily fobbed off. "Merthin says that in Florence people stayed in their homes to avoid contact with the sick. Is that a good ideia?"
"I don´t think so. Did the Florentines escape the plague?"
Everyone looked at Merthin, standing with Lolla in his arms.
"No, they didn´t escape," he said. "But perhaps even more would have died if they had done otherwise."
Joseph shook his head. "If you stay at home, you can´t go to church. Holiness is the best medicine."
Caris could not remain silent. "The plague spreads from one person to another," she said angrily. "If you stay away from other people, you´ve got a better chance of escaping infection."
Prior Godwyn spoke up. "So the women are the physicians now, are they?"
Caris ignored him. "We should cancel the market," she said. "It would save lifes."
"Cancel the market!" he said scornfully. "And how would we do taht? Send messengers to every village?"
"Shut the city gates," she replied. "Block the bridge. Keep all strangers out of town."
"But there are already sick people in town."
"Close all taverns. Cancel meetings of all guild. Prohibit guests at weddings."
Merthin said: "In Florence they even abandoned meetings of the city council."
Elfric spoke up. "Then how are people to do business?"
"If you do business, you´ll die," Caris said. "And you´ll kill your wife and children, too. So choose."
Betty Baxter said: "I don´t want to close my shop-I´d lose a lot of money. But I´ll do it to save my life." Caris´s hopes lifted at this, but then Betty dashed them again. "What do the doctors say? They know best." Caris groaned aloud.
Prior Godwyn said: "The plague has been sent by God to punish us for our sins. The world has become wicked. Heresy, lasciviousness, and disrespect are rife. Men question authority, women flaunt theis bodies, children disobey theis parents. God is angry, as His rage is fearsome. Don´t try to run from His justice! It will find you, no matter where you hide."

dezembro 12, 2012

The Pillars of the Earth - Ken Follett

Título original: The Pillars of the Earth
Ano da edição original: 1989
Autor: Ken Follett
Editora: Pan Books

"Set in the turbulent times of twelfth-century England when civil war, famine, religious strife and battles over royal succession tore lives and families apart, The Pillars of the Earth tells the story of the building of a magnificent cathedral.
Against this richly imagined backdrop, filled with intrigue and treachery, en Follett draws the reader irressistibly into a wonderful epic of family drama, violent conflict and unswerving ambition. From humble stonemason to imperious monarch, the dreams, labours and loves of his characters come vividly to life. The Pillars of the Earth is, without doubt, a masterpiece - and has proved to be one of the most popular books of our time."

E finalmente cheguei ao fim deste primeiro calhamaço de Ken Follett. E é por ser um dos livros mais lidos de sempre, que praticamente já toda a gente leu, que não sei bem que mais há a acrescentar às inúmeras opiniões/críticas já escritas sobre ele. Provavelmente já foi tudo dito e, como não tenho qualquer pretensão de reinventar a roda, vou ser o mais breve possível, tendo em conta a dimensão do livro (1075 páginas nesta edição da Pan Books). ;)

A acção de The Pillars of the Earth percorre quase todo o século XII. Começa com o fim do reinado de Henry I, passa pelo de Stephen e termina com o de Henry II. Tendo como pano de fundo o sonho de construir uma catedral, a maior e mais bela catedral de Inglaterra, Ken Follett leva-nos a viajar por uma época difícil, onde a guerra pelo trono é uma constante, a tirania dos grandes senhores é lei e onde o poder da Igreja, embora muitas vezes ameaçado e posto em causa, é inegável e muitas vezes nefasto. Na luta do bem contra o mal, o bem não parece ter grandes hipóteses contra adversários tão determinados.
Podemos considerar que existem, neste livro, três grandes núcleos - o núcleo do povo, constituído pela gente trabalhadora e/ou pobre, o núcleo dos nobres ou donos de cargos de poder na sociedade e dos religiosos.
Do lado do povo temos Ellen, Jack, juntamente com Tom Builder e a família.
Ellen e Jack, são mãe e filho e viviam numa gruta na floresta, afastados do mundo, até se cruzarem com a família de Tom Builder. Ellen é filha de um nobre, demasiado "avançada" para a época em que nasceu, por ser tudo menos uma mulher submissa. É, pelo contrário, independente, sem papas na língua e incute algum receio nos outros por acharem que é uma bruxa com acesso a poderes ocultos. É uma mulher que ama a vida e o filho, acima de tudo, e que encontra novamente o amor junto de Tom Builder, que acabará por ser o único pai que Jack alguma vez conhecerá.
Tom Builder é-nos apresentado como um homem muito inteligente, com uma mente aberta à mudança. É um homem fisicamente possante que amou sem reservas a mulher, Agnes, que morre durante o parto, e os filhos. O seu maior sonho é construir uma catedral. Quer desenhá-la e construi-la à medida da sua imaginação. É trabalhador e determinado nos objectivos que traçou para a sua vida.


Aliena e Richard fazem parte do núcleo dos nobres, embora vivam, ao longo de toda a história, momentos de verdadeira penúria. Aliena e Richard são irmãos e assistiram impotentes à invasão do castelo onde viviam com o pai, o Conde de Shiring. Preso por conspirar contra o rei, deixa os filhos, ainda adolescentes, abandonados e arruinados. Aliena é uma personagem extraordinária que vale a pena conhecer. Uma mulher de armas que não baixa nunca os braços perante as inúmeras adversidades e contratempos que vai encontrando ao logo da história. Dona de uma beleza extraordinária e de uma não menos extraordinária personalidade, é protagonista de uma das cenas mais chocantes do livro, quando é  violada por William Hamleigh e os seus homens, em frente ao irmão Richard. A vida das mulheres neste livro é tudo menos glamorosa...
William Hameleigh, é a personificação de todo o mal. Conhecemo-lo quando invade o Castelo de Shiring, um rapaz inseguro que encontra na violência um escape para os seus demónios interiores. Seguimos o seu percurso errático, pertubamo-nos com os seus desejos irracionais, por Aliena, pelo poder, pelo reconhecimento público e por sangue. O seu fim não poderia ser diferente daquele que Ken Follett lhe reservou. :)

Do lado da Igreja, temos Philip e Waleran. Os dois representam o melhor e o pior que a Igreja pode criar.
Philip é o prior de Kingsbridge quando Tom Builder chega à vila e depressa embarca no sonho do construtor. Em criança assistiu ao assassinato dos pais tendo sido salvo, juntamente com o irmão mais novo, por um religioso que os acolheu num mosteiro e os educou como filhos. Extremamente inteligente e determinado, o seu calcanhar de Aquiles é o orgulho, o único pecado mortal de que pode ser acusado. Orgulho por ter transformado Kingsbridge numa cidade cada vez maior e mais próspera, e por estar a construir a maior e mais bela catedral do mundo. Comete alguns erros e toma decisões que podemos considerar menos cristãs, tudo para salvaguardar a obra que quer deixar feita. Mas é, na sua essência, um homem bom, um verdadeiro cristão, por vezes inocente, moralmente muito rígido e justo que acredita piamente estar a cumprir a vontade de Deus.
Waleran é a antitese de Philip, dono de uma ambição sem limite, utiliza a sua posição como Bispo para satisfazer os seu desejos pessoais, não olhando a meios para atingir os seus fins. Tem por Philip um ódio de morte e chega a ser frustrante ver o esforço que faz para acabar com Philip e que este consiga sempre dar a volta por cima. :)

The Pillars of the Earth é a história de Ellen, de Jack, de Tom Builder, de Aliena, de Philip, de William e Waleran. Estes são os seu nomes mas podiam ser outros, porque as histórias contadas não são exclusivamente suas. Ken Follett junta todas estas personagens, tendo como força motriz a construção da catedral de Kingsbridge e aproveita para nos falar de como era a vida na Inglaterra do século XII. Como viviam as pessoas nessa altura, do que viviam, o que comiam, porque casavam, como nasciam e como morriam. Que papel assumia a Igreja, em que acreditavam as pessoas da época, o que temiam e como rezavam. Que importância tinha o Rei na vida dos seus súbditos, quando decisões tomadas a quilómetros de distância por razões, raramente compreensíveis, podiam virar a vida do comum dos mortais de pernas para o ar.
Neste aspecto o livro é bem sucedido, uma vez que, faz isto integrando os factos históricos na história ficcionada que conta, com pormenores que vamos absorvendo de forma natural.

Os pormenores da construção da catedral são fascinantes, e é engraçado intuir nas preocupações que consumiam Tom Builder e mais tarde Jack, o início de uma nova era para a engenharia civil. Com o acesso ao conhecimento tão limitado, onde os únicos livros disponíveis pertenciam à Igreja, é fascinante como já se sabia tanto, ou como a intuição de Jack estava tão perto da verdade.

Talvez por ter visto a mini-série primeiro, o meu entusiasmo durante a leitura acabou por não ser uma constante, no entanto, não posso deixar de concordar com a maioria das opiniões já escritas sobre esta obra de Ken Follett, é grande e tem momentos verdadeiramente grandiosos.
The Pillars of the Earth é um daqueles livros que vale essencialmente pela história que nos conta e menos pela qualidade da escrita. A genialidade de Ken Follett revela-se na história e não propriamente na forma como a conta. Confesso que não sou grande fã da escrita dele, que acho demasiado linear e, neste livro, acaba por ser até um pouco repetitivo nas ideias. Mas, embirranços à parte foi um livro que me deu muito gozo ler e que me deixou com vontade de ler o The World Without End e a trilogia do século XX, Winter of the World, que ele já começou a escrever.

Ainda não foi este que arrebatou as 5 estrelas na classificação do Goodreads, mas leva umas confortáveis 4 estrelas, sem hesitações.

Recomendo, embora seja um livro grande, em termos de dimensões, é um livro que se lê bastante bem sem grande espaço para nos aborrecermos. Recomendo também a mini-série, embora não seja completamente fiel ao livro vale a pena ver.

Boas leituras!

novembro 29, 2012

Quase quase...


...a terminar o "calhamaço" de Ken Follett. :)

O Quero Um Livro está vivo, portanto. 

setembro 29, 2011

Contagem Decrescente - Ken Follett

Título original: Code to Zero
Ano da edição original: 2000
Autor: Ken Follett
Tradução do Russo: Eugénia Antunes
Editora: Casa das Letras

"1958: A Guerra Fria está no auge, os Soviéticos ultrapassam os Americanos nos primeiros passos da corrida para a conquista do espaço. Claude Lucas acorda, uma manhã, na Union State de Washington. Vestido com roupas de vagabundo, está afectado por uma amnésia que o impede de se recordar, entre outras coisas, do seu estatuto profissional. Acontece que ele é uma personagem central do próximo lançamento do Explorer I, um foguetão do exército dos EUA. Anthony Carroll, agente da CIA e velho amigo de Lucas, anda a seguir o caso. E convém-lhe que a amnésia não passe tão depressa…"

Bem, por muito que gostasse de dizer o contrário, a verdade é que, infelizmente não há muito a dizer acerca deste livro... A desilusão só não é enorme, porque a minha incapacidade de vibrar com policiais desculpa, em parte, a fraca qualidade do livro e, por isso a minha vontade de ler Os Pilares da Terra não foi muito afectada. Pode ser que Ken Follett seja bem melhor nos romances marcadamente históricos.

Ora bem... Este é um livro cuja acção decorre em 1958, em plena Guerra Fria, nas horas que antecedem o lançamento satélite Explorer I, o primeiro lançamento bem sucedido dos EUA, na sua guerra pelo espaço, contra a Rússia comunista.
Claude Lucas é um cientista que trabalhou de perto para que este fosse um dia histórico para os EUA e que, uns dias antes do lançamento do satélite, acorda numa casa-de-banho de Union Station, com uma amnésia profunda. Não sabe quem é, como foi ali parar e, embora o espelho lhe devolva a imagem de um sem-abrigo Luke tem a certeza de que não pertence aquele lugar e àquela roupa.

Começa desta forma uma história que até prometia ser interessante. Estas páginas iniciais, onde aquele homem está confuso e frustrado por não saber nada acerca dele próprio foram as únicas que, de alguma forma, me prenderam a atenção. O resto do livro foi apenas um desenrolar de acontecimentos previsíveis, mal interligados, com personagens mal exploradas, superficiais, bidimensionais e que, por isso, não conseguiram despertar em mim qualquer empatia...
A componente romântica da história está tão mal explorada que nem vontade de rir dá. As cenas/conversas que envolvem sexo são constrangedoras, despropositadas e não trazem qualquer mais-valia à história ou sequer permitem uma maior aproximação às personagens. Ainda não percebi porque é que há escritores que insistem em romancear quando não sabem como o fazer (sim, estou a lembra-me do José Rodrigues dos Santos e do seu inenarrável Tomás Noronha...).

Não me apetece sequer perder muito mais tempo a elaborar esta opinião. Não vale a pena.

No que toca a policiais, nunca irei dizer não leiam. O que posso dizer é que, para mim, foi claro desde muito cedo que este livro iria entrar na minha lista do Winkingbooks. Não me vai fazer confusão nenhuma vê-lo abandonar as minhas estantes em direcção às de alguém que talvez o saiba apreciar melhor.

Boas leituras! :)

Depois de ter resistido a colocar aqui um excerto de umas das cenas relacionadas com sexo aqui fica o primeiro parágrafo do livro. :)

Excerto:
"Acordou sobressaltado.
Pior que isso: estava aterrorizado. O coração batia-lhe apressadamente, arquejava e sentia o corpo retesado. Era como acordar de um pesadelo, embora sem a sensação de alívio que normalmente se lhe segue. Teve a intuição de que alguma coisa terrível lhe acontecera, mas não sabia o quê."